Actividade

Forte aposta no regadio que foi iniciado em 2005 com plantações em modo tradicional melhorado (7 x 7), e alguma presença de olival antigo com mais de 100 anos . Começa agora a colher os frutos das plantações feitas nos anos 90. Tem como base Olival jovem, sendo a média de momento de 18 anos, sendo predominantemente cobrançosa e verdeal. Continua a apostar na plantação e modernização de técnicas de cultivo em modo de Produção Biológico como o enrelvamento.

Apenas se aproveita a azeitona proveniente do ar, não se utilizando a azeitona que, por diversos motivos, tenha caído, sem ter sido pela acção mecânica. Os frutos caem sobre lonas próprias para evitar o contacto com o solo evitando a sua degradação, a apanha é manual e mecânica, conjugando-se e completando-se consoante as dificuldades do terreno. Após a colheita, a azeitona é transportada para o Lagar da exploração, processando-a tão depressa quanto possível depois de colhida, seguindo de uma forma criteriosa a fileira de transformação: limpeza de folhas e pedra, lavagem, trituração num moinho, batida a baixas temperaturas de onde se obtém uma massa homogénea, que se coloca em capachos (tipo de filtro onde se coloca a massa) e leva-se à prensa, onde por pressão a frio o azeite e água escorrem para uma tarefa, efectuando-se o processo de decantação. Por fim vai para a centrifuga a baixas temperaturas, resultando o tão apreciado “Azeite Origens”, sendo um azeite muito frutado, com um toque a verde folha, com características de ligeiro amargo, com um gosto que fica na garganta, persistente, picante e muito apreciado pelos consumidores e especialistas. Estes sabores são conferidos pelo terreno, exposição, clima, época de apanha e pelo preciosismo com que é tratada a matéria-prima que tem como principais variedades a azeitona verdeal e cobrançosa.

Olival em produção para obtenção de azeite – 98ha
Floresta – 220ha